Conforme recomendação, publicada nesta sexta-feira (11) no Diário da Justiça Eletrônico, o motivo tem a ver com a garantia da normalidade dos atos de gestão municipal, como a manutenção de servidores, a regularidade da prestação de serviços públicos, principalmente os essenciais, como saúde, educação e limpeza pública, além de manter em funcionamento os projetos já iniciados, sem a substituição deles por outros sem justificativa, entre outros itens. A posição do MP-BA foi tomada pelo Promotor de Justiça Jair Antonio Silva de Lima.
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por Francis Juliano / Cláudia Cardozo








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