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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Zecalu "meio poema basta" Poeta faz campanha para lançar seu primeiro livro


O Poeta Uauaense, José Luiz Guimarães Elpídio, o Zecalu, está em campanha para lançar o seu primeiro trabalho "meio poema basta" é a idealização de um livro com poemas, em formato curto, associados a imagens, um dos estilos do seu trabalho com poesia, o qual ele difunde por via das redes sociais.
Poema curto, na verdade, são aqueles que tanto podem ter uma identidade formal, a exemplo dos haicais, que obedecem o formato de três versos, como identidade formal nenhuma e assim serem intitulados por transmitirem uma mensagem de forma rápida, em poucos versos.
O que se pretende com "meio poema basta" é mostrar que a poesia, mesmo em poucas palavras, pode nos dizer muita coisa e, quando associada a alguma imagem, ganhar uma dimensão ainda maior de efeito reflexivo, o que o poeta Zecalu entende que seja a principal função poética: fazer pensar, refletir de alguma forma.

na parte estrutural do livro, a proposta de "meio poema basta" é conseguir expor os poemas com uma visualização de qualidade, aproveitando-se, de melhor forma, a beleza das imagens e o texto dos poemas. Por isso, o livro terá aproximadamente 50 páginas, com um formato de 25x25cm, capa em papel cartão e o seu conteúdo em impressão de alta qualidade, em papel couche fosco, além de aplicação de efeitos e cores.
José Luiz Guimarães Elpídio, o Zecalu  nasceu em Feira de Santana, Bahia, em 27 de Outubro de 1978, tendo vivido até os 12 anos de idade, em Uauá, Sertão de Canudos, cidade que considera sua terra natal, assim como Feira. Naquela, recebeu de um tio, o apelido Zecalu e teve os primeiros contatos com a poesia e a música, que mais tarde seriam umas das influências em seu trabalho de escrita e composição.

Mudou-se para Feira de Santana, em 1991, onde viveu até 1996. Lá, pelos idos de 1994, lembra de ter escrito o que considera seu primeiro poema, num coletivo a caminho do colégio. Desde então, envolvido em gincanas culturais realizadas nos colégios da cidade e estimulado pelo Professor Marcus Moraes (in memoriam), passou a escrever textos para recitais e enquetes teatrais para apresentações em gincanas escolares. Começou, também, junto com colegas de escola, a compor músicas. 

Em 1997, em virtude da aprovação no curso de Direito da Universidade Estadual de Santa Cruz, mudou-se para Ilhéus, onde, envolvido com o movimento político estudantil, passou a escrever de forma mais intensa e contínua, músicas e poemas com inclinação para a temática política, com uma carga de protesto e denúncia.
Na UESC, participou do único concurso literário em que se inscreveu até hoje, promovido pelo Diretório Acadêmico de Letras, ficando em segundo lugar com o poema:
no lixo
eu
você
e um controle remoto.
Foi a sua primeira experiência com a linguagem poética intitulada como “poema curto”. A partir de então, foi inclinando-se para este tipo de escrita e associando-a ao jogo de palavras e trocadilhos, num verdadeiro exercício de buscar dizer muita coisa em poucos versos, com um certo ritmo, fazendo dela sua mais característica maneira de escrever, sem, no entanto, deixar de praticar outras formas de poesia, a exemplo daquelas baseadas no gênero da literatura do cordel e dos causos sertanejos.
A Campanha está sendo vinculada em uma plataforma de financiamento coletivo no endereço:
Participe!!!
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